Adorei seu texto. Filha de jornalista, como você, aprendi a ler muito cedo tentando decifrar as manchetes do jornal que meu pai trazia de madrugada e deixava na porta do quarto dele, ainda cheirando à tinta. Eu tinha uns 4 anos e aprendi com ele a curiosidade e a paixão pelo conhecimento. E pelas viagens para conhecer o mundo.
Mais tarde, quando eu viajava para o exterior, era praxe trazer pra ele os jornais do dia do último país visitado. Mesmo sem entender a língua, ele passava a vista pelo jornal, pela diagramação, pela ocupação das páginas. Mais tarde, aposentado, lia o Estadão de Bic na mão, realçando todos os erros e melhorando a redação das legendas.
Graciliano é maravilhoso. Li Vidas Secas, São Bernardo e Angústia dele. Todos excelentes. Agora coloquei Memórias do Cárcere como próximo da fila por causa do seu texto. Tenho certeza que não irei me arrepender.
Baita texto! Achei-o inspirador.
Adorei seu texto. Filha de jornalista, como você, aprendi a ler muito cedo tentando decifrar as manchetes do jornal que meu pai trazia de madrugada e deixava na porta do quarto dele, ainda cheirando à tinta. Eu tinha uns 4 anos e aprendi com ele a curiosidade e a paixão pelo conhecimento. E pelas viagens para conhecer o mundo.
Mais tarde, quando eu viajava para o exterior, era praxe trazer pra ele os jornais do dia do último país visitado. Mesmo sem entender a língua, ele passava a vista pelo jornal, pela diagramação, pela ocupação das páginas. Mais tarde, aposentado, lia o Estadão de Bic na mão, realçando todos os erros e melhorando a redação das legendas.
Oi Eliana. O filho do padeiro herda a padaria. Nós herdamos o interesse por ler e escrever
Graciliano é maravilhoso. Li Vidas Secas, São Bernardo e Angústia dele. Todos excelentes. Agora coloquei Memórias do Cárcere como próximo da fila por causa do seu texto. Tenho certeza que não irei me arrepender.